Eu e o Martim. Tomámos o pequeno almoço e fomos ao mercado. Ele adorou. Falou com pessoas de todas as bancas, fez perguntas, apreciou o amanhar do peixe, fez conversa até mais não. E no final concluiu que gosta mais do mercado só mercado do que do supermercado.
...
Cool!
Não quero ter mais filhos mas se porventura pensasse nisso iria querer um carrinho destes.
Era ver-me a passear o baby pelo bairro, a subir passeios e com um boné na cabeça. Com a pala para trás, pormenor importante...
O máximo, este carrinho!
Pronto, pronto, não se pode sonhar?!
Tal como prometido a mim mesma, voltei ao ginásio com regularidade. Tenho feito das tripas coração para conseguir ser assidua e tenho conseguido treinar duas a três vezes por semana. Encaro a coisa como se fosse um compromisso inadiável, uma daquelas reuniões a que não me apetece nada ir mas de que não me posso safar e no fim até se mostra proveitosa.
Estou que nem posso, com as dores nas pernas. Doem-me músculos que desconhecia existirem em mim. Os glúteos latejam dia e noite. Uma tortura.
E estou em crer que no Verão ja estarei assim.
L-O-V-E-I-T
Tenho uns botins que adoro. Giros, confortáveis, cheirosos.
Acabo de ver a linha de Verão e acho que também vou ter.
Não são lindos?
É segredo? Então não me contes...
O meu lado negro do zodiaco.
" GÉMEOS tagarelam muito. E não conseguem guardar segredos. Se quiseres prejudicar alguém, basta contares alguma coisa sobre essa pessoa a um Gémeos e ele vai espalhá-lo, como se fosse uma revista cor-de-rosa.Os Gémeos são o tipo de pessoa que está ali na festa, a dançar, a saltar, e do nada fica quieto, sério, e vai embora… É o seu outro lado a entrar em acção. Gémeos é um signo duplo.
Dizem que Gémeos é falso. Não é. Apenas muda rápido de ideias.O homem do signo Gémeos tem sempre coisas para fazer, muitos amigos, muitas actividades e pode até ter duas namoradas, porque esqueceu-se de terminar com a outra. As mulheres do signo Gémeos são lindas, femininas e ágeis. Grande parte das modelos são Gémeos, talvez porque se adaptam facilmente à vida de modelo, que exige mil provas, mil viagens, mil dietas."
Confiram o vosso lado lunar AQUI.
Ó pá, tadinho do senhor!
Já muito se falou disto nas redes sociais e este post já vem tarde mas eu tenho estado aqui numa alternância entre a estupefacção e a pena.
Venceu a pena.
Tadinho do senhor, afinal parecia estar bem de cabeça mas já está todo queimadinho.
As maravilhas das massagens
Sou fã de massagens. Na cabeça. Nos pés. Nas pernas. Nas costas. Por toda eu acima. Ou por toda eu abaixo, tanto me faz.
Nos dias em que estou com a neura nada como uma boa massagem para fazer dissipar a nuvem negra e me deixar mais bem disposta.
Mas para além dos beneficios mentais, as massagens são um bálsamo para este corpinho, que já vai acusando a idade (credo). Ele é contracturas. Ele é tensão nervosa (que no meu caso se reune na zona do pescoço e ombros). Ele é pernas cansadas.
Estou toda afanada, melhor dizendo. E com uma boa massagem a coisa melhora significativamente. Na verdade, enquanto sou massajada toda eu estalo. Mas no fim estou incomparavelmente mais leve e descontraída.
Ainda este fim de semana, no meio da neura e desespero causados pelo torneio de futebol de que já aqui falei e por forma a aguentar o segundo dia do dito sem hiperventilar e ter um fanico nervoso, entreguei-me nas mãos da minha Beta para uma massagem de costas (que ela assim de repente não tinha vaga para mais) que me deixou completamente zen, mais leve e bem disposta.
Não acreditam nos beneficios das massagens? Confiram AQUI.
Estou que nem posso!
Depois de um fim de semana de lides futebolísticas, com chuva como pano de fundo, estou derreada!
Não joguei à bola, é verdade, mas parece que fui atropelada por um camião TIR.
E tenho sobre mim uma nuvem negra que é como quem diz estou com uma telha do caneco.
Não me ocorre nada !
Lá estive no torneio, na Murteira, localidade rural nos confins do concelho de Loures. Choveu o tempo todo. A equipa da cria perdeu.A única coisa boa foi que a equipa com a qual ia ser disputado o segundo jogo faltou, o que nos permitiu ficar despachados a meio da manhã.
Mas como é sempre possivel ser pior do que à partida parecia, este torneio continua amanhã, na mesma localidade rural, às 13h00, que é aliás uma belíssima hora pois não permite almoçar antes nem depois.
E como uma desgraça nunca vem só, temos que ficar lá até ao fim para a entrega dos prémios, cerimónia de alto gabarito que começa às 17h00 se não houver atrasos, o que também é pouco provável.
Estou aqui farta de puxar pela cabeça mas efectivamente não consigo equacionar melhor maneira de passar o meu merecido fim de semana...
Isto de ser mãe é espectacular!
Sábado. Chuva. Vento. 08 da manhã.
O que é que apetece fazer?
Exacto, vir para o campo acompanhar a cria nas suas lides futebolísticas. ..
Entretenimento barato.
Ultimamente tenho procurado implementar o principio do não te enerves nem te ponhas a jeito de te enervar.
Como calcularão são inúmeras as possibilidades diárias de treinar este princípio, atrevo-me mesmo a dizer que as mesmas estão a cada esquina.
Uma das maneiras de evitar pôr-me a jeito de me enervar é não levar o carro para o centro da cidade, optando pelos transportes publicos (no caso, pelo metro).
Foi o que fiz hoje. Rápido e sem stress. Sem filas de trânsito e sem dificuldade a estacionar.
E com direito a entretenimento pois apanhamos sempre conversas engraçadas, especialmente quando os passageiros falam ao telemóvel (maravilhas do mundo moderno, falar ao telemovel no metro, dentro dos túneis), em tom de voz elevado (porque apesar das modernices o metro ainda faz barulho, e considerável) e esquecendo-se que estão outras pessoas na carruagem (que não são surdas).
Tudo por €1,40 cada viagem.
Parabéns Caçula!
Ontem o meu bebé fez 7 anos. 7 anos! Ainda ontem nasceu, gordinho, lindo e chorão. Continua lindo e choramingas mas agora é um lingrinhas...
Muitos parabéns Martim, meu bebé lindo! Amo-te tudo.
Fácil de entender.
Li agora uma noticia que relatava a conclusão de que os portugueses usam muito mais medicamentos para a ansiedade e insónia do que os italianos, os noruegueses e os dinamarqueses.
Não percebo o espanto, qual é a dúvida? Este país está num estado tal que só com a moca é que uma pessoa não desespera...
Este miúdo sai-se com cada uma....
Esta manhã íamos no carro quando reparei que o Martim ia sem cinto. Nesse preciso momento passámos por um polícia e eu disse ao meu filho: "olha, não tens cinto e está ali um policia, se ele vê vamos os dois para a esquadra".
Responde o Martim: "os polícias deviam ser como os árbitros...".
"Como os árbitros?", questionei espantada.
Ao que o Martim respondeu, com um ar normalíssimo: "Sim, como os árbitros. Cegos.".
Lagarto de coração este meu filho, como é fácil de constatar.
E este nó na garganta...
Ouvi a noticia do desaparecimento de seis estudantes, engolidos pelo mar da Praia do Meco, à hora de almoço, naquele domingo de há dois meses atrás. Que tragédia, pensei. Sem mais.
Ao final da tarde desse mesmo dia, ao entrar no meu prédio, constatei que o rapaz já encontrado sem vida era o T., meu vizinho de prédio. Encontrei os pais a chegar a casa, a mãe em braços, uma dor lancinante no seu rosto. Fiquei desolada, acho até que quando tomei consciência desta realidade me fui abaixo nas canetas. E não consegui evitar as lágrimas que me inundaram os olhos. E a alma.
O T. era um míudo 5 estrelas, simpático, educado, boa onda. Era um miúdo. Giro. Alegre. Cheio de vida. Tinha 21 anos. Tinha acabado a licenciatura. Filho único da mãe. Era um miudo porra!
Estive todos os dias que se seguiram a pensar sistematicamente no T. e na sua mãe, a ver a cara dele, giro o miudo. Vi-o crescer. Vi-o na escada, no banco de jardim à porta do predio com os amigos, a sair para o futebol, a chegar da faculdade, a despejar o lixo. Ao longo dos anos. Tantas vezes se metia com os meus filhos. Tantas vezes me meti com ele. Que merda esta que lhe havia de acontecer!
Estive todos os dias que se seguiram quase a rezar para não encontrar a mãe do T. na escada, só com medo de ver o sofrimento dela. Vi-a no velório. Um caco. Nem consigo descrever a tristeza e o desespero que vi nos olhos daquela mulher. Vi-a no dia em que fizeram a homenagem na praia. Uma dor que não se consegue explicar. Um nó na garganta que não se desfaz. Vejo-a ao longe de vez em quando e nem tenho coragem de me aproximar pois sei que nem o meu mais sentido abraço lhe vai dar algum consolo. Nada lhe vai dar consolo. Não há consolo possível.
Passaram dois meses. As noticias sucedem-se. As não noticias também. As especulações são muitas. As certezas são poucas, apenas uma é certa certa, a de que a vida destes miudos acabou precocemente e de forma trágica.
Nestes dois meses não passa um dia, um único dia, em que não pense no T. ... Às vezes até dou por mim a imaginar que me cruzo com ele na escada e que tudo isto não passou de um sonho mau. Muitas vezes não consigo conter as lágrimas, quando penso nele e na mãe, quando vejo uma imagem na televisão ou uma foto num jornal. Ainda ontem vi uma foto dele em pequeno e toca de abrir a torneira...
Não é justo, isto. É mesmo uma grande merda e por mais voltas que dê à cabeça não consigo encontrar nenhuma lógica nisto. Só me leva a crer que o destino está traçado, para o bem e para o mal.
Quando a tragédia mora ao lado parece que é mais trágica. Quando a tragédia mora ao lado temos plena consciência de que um destes dias, do nada, nos pode entrar pela porta adentro, sem bater, sem pedir licença, invadindo a nossa casa e deixando-nos sem qualquer hipótese de lhe barrar a entrada. E isso é assustador...
A verdade é que a minha unica relação com este miúdo era de pura vizinhança, pelo que até a mim me faz confusão esta tristeza que sinto, esta pena que tenho dele. E da mãe dele, que não me sai da cabeça.
Acho que nunca me vou esquecer deste miúdo e desta tragédia. Acho que este nó na garganta veio para ficar.
Espero que descanses em paz Tiago. Eras um miudo top. Tinha que te dizer isto.
Estou incrédula!
Hoje, logo ao acordar, apercebi-me que o som que pairava na rua era diferente. Vim à janela e vi. Esfreguei os olhos, várias vezes. Fui até lavar a cara, não fosse dar-se o caso de ainda estar a dormir e a sonhar. Mas não. Era verdade. Não estava a chover e o sol brilhava.
Acreditam nisto?!
Como a cria mais velha vê os elementos da familia
Hoje encontrei na mochila da cria mais velha este papel.
Os items comsiderados foram idade, Cri (aquela coisa da inteligência, disse ele, ou seja, QI), profissão e o que vás (era faz) em casa. Depois, para terminar, uma apreciação geral sobre cada um.
Vejam esta maravilha!
Gosto destes dias
Como posso eu descrever o meu sentimento por estes dias de chuva torrencial, vento e frio... Por estes dias em que mal pomos um pé na rua quase levantamos voo (eu pelo menos quase levanto mas talvez seja por ser esbelta), em que o chapéu de chuva se vira em menos de um ai... Por estes dias em que os cabelos ficam frisados, em que somos brindados por banhocas simpáticas de condutores que no conforto dos seus veiculos se estão a cagar para os peões e passam a abrir.
Gosto destes dias. Quase tanto como de pisar cocó de cão com sapatos de sola irregular, tipo ténis.
E é isto...
Vão abanar o c....amandro!
Epá, eu até que sou adepta das terapias zen, holisticas e alternativas.
Mas abanar uma criança desta maneira?! Tenham paciencia!!! O paizinho não vos deu nada para brincar? Não têm marido nem namorado, vizinho ou homem do gás que vos arranje algo para brincar? Vão à Internet senhoras, procurem sites, façam qualquer coisa... Mas não abanem as crianças desta maneira. E sobretudo não venham com conversas que é espectacular e uma maravilha para a saúde e desenvolvimento das pobres.
Será possivel?
Li agora uma noticia que, entre outros aspectos, referia que no dia 8 de Janeiro, a mãe de uma das jovens vitimas da tragédia no Meco esteve reunida com o director da Lusófona, que lhe apresentou um orçamento com o valor das propinas que faltava pagar em 2014.
Fiquei estupefacta! Será isto verdade? Será que não há um mínimo de decência? Será que a dita mãe, a ser isto verdade, não mandou o senhor director para a pata que o pôs?
Caro Pedro
Caro Pedro,
Sabes Pedro, aqui em Portugal estamos a passar tempos dificeis. Chamam-lhe crise. Vieram uns senhores a que chamam "senhores da troika" para ver se por cá se anda a gastar bem o dinheiro. Esses senhores impõem metas e restrições que o governo de cá tem que cumprir, percebes? E o governo, esse, anda-nos a lixar bem a vida! Parece que faz umas coisas que têm que ser feitas mas a que custo Pedro! A educação vai de mal a pior, a saúde está pela hora da morte, a justiça continua cega. E surda. E muda.
Temos (aparentemente) praxes que acabam em tragédias. Pessoas perdem os empregos todos os dias (apesar das estatisticas, feitas sabe o teu vizinho com que criterio, dizerem que a taxa de desemprego está a baixar). Pessoas emigram todos os dias, por que cá não dá para pagar contas. Temos uma carga fiscal cada vez mais cega e insuportável. O Eusebio quinou. O Pedro Teixeira e a Cláudia Vieira separaram-se. As universidades públicas têm alunos matriculados ha mais de 20 anos, com os contribuintes a custear a brincadeira. Enfim, estamos na merda.
E tu Pedro, brindas-nos com esta chuva há mais de 2 meses! Francamente... Não sei se esta chuva são lahrimas tuas, que solidariamente choras connosco, ou se é resultado de teres deixado o torneira aberta.
Se é porque choras, peco-te que te controles porque para deprimidos bastamos nós. Sugiro, por isso, que tomes um ansiolitico e permito-me sugerir tambem que, caso aí as coisas funcionem como aqui, marques a consulta com o medico no privado sob pena de quamdo conseguires a consulta no público ja estares com uma depressão profunda.
Se é pela segunda razão apontada, agradeço que feches a puta da torneira (e acho que a Sunsun Cristas subscreve). Agradecida.
Deixa lá ver se percebi...
Deixa ver se percebi: um jovem que sofreu um acidente de viação sábado, em Chaves, que ficou inconsciente e em estado grave, teve de fazer 400 quilómetros de ambulância para ser visto por uma equipa de neurocirurgia, dado não haver vagas nos hospitais próximos.
Deixa ver se percebi: no hospital de Chaves não havia a especialidade de neurocirurgia e nos hospitais mais proximos - Porto, Gaia, Matosinhos e Braga - não havia vagas. Parece que em Coimbra também não o quiseram.
Deixa ver se percebi: na ausência de vagas nos hospitais do Norte o rapaz, em estado grave, viajou 400 km de ambulância até Torres Novas (porque o helicóptero não tinha condições de segurança para levantar voo), durante mais de 4 horas e depois de ter estado 3 horas à espera em Chaves.
Deixa ver se percebi: depois dessa viagem - em que tinha tido tempo para ir até ao outro lado do mundo - esteve ainda por bastante tempo à espera do helicóptero que o havia de levar até Lisboa, onde deu entrada o Hospital de Santa Maria.
Deixa ver se percebi: isto não aconteceu num canto recôndito do mundo mas sim num país da União Europeia, no ano de 2014.
Não, não percebo!
Grande Mike!
Ontem foi dia de concerto. Michael Bublé no Meo Arena.
Grande concerto, grandes músicas, grande voz! O Michael, alem de ter uma voz fabulosa, é o verdadeiro artista. Simpático. Divertido. Boa onda.
Amei!
Deixo-vos com esta música, linda.
Cá em casa é igual!
Li agora este artigo da Ines Teotónio Pereira, uma jornalista que tem o dom de escrever aquilo se diariamente se passa em minha casa. Pelos vistos passa-se tambem nas outras casas. Ufa, afinal não sou eu que sou uma pessima mãe.
Se quiserem fazer o teste, leiam as cronicas e o livro A Um Metro do Chão.
Das coisas boas que fazemos na vida.
Às vezes fazemos boas escolhas, opções acertadas, mas não paramos para reconhecer, perante nós mesmos, que assim foi, para colher os louros das boas decisões.
E uma das boas opções que tomei na vida foi a de ter dois filhos com uma relativamente curta diferença de idades.
Dois anos separam os meus filhos.
Não nego que nos primeiros tempos foi cansativo, em determinados dias desesperante até, pois encaixar dois bebés numa vida profissional intensa não é pêra doce. Acordar 20 vezes por noite porque um comia de 2 em 2 horas, queria água, leite, xixi, e nos intervalos o outro tinha pesadelos, não é o ideal de noite de ninguém.
Tive a sorte de ter um marido com o sono mais leve do que eu, e menos preguiçoso do que eu, e que, consequentemente, se levantava mais vezes de noite do que eu para ir acudir às necessidades do quarto ao lado (confesso que muitas vezes não ouvia as chamadas nem os choros e outras tantas ouvia mas ficava quieta à espera que "alguém" se antecipasse a mim no dificil acto de levantar o corpinho da caminha quentinha a meio da noite e ir aquecer leite, ou buscar água, ou segurar a criança na sanita).
Tive a sorte de ter uma tia que tomou conta de cada um deles até terem completado um ano e meio de vida, o que me permitiu estar completamente descansada durante o dia de trabalho, que muitas vezes ia até tarde, e não ter aqueles anseios e stresses que via e vejo em muitas mães de crianças pequenas.
Tive a sorte de ter uma sogra fantástica e com disponibilidade para me quebrar os galhos (tipo ir buscá - los muitas vezes ao infantário) e para ficar com eles muitas vezes, para eu apanhar ar, sair para jantar ou simplesmente ficar esparramada no sofá.
Tive a sorte de ter uns pais que sempre adoraram ficar com os netos, pelo que tambem os despachava para lá de quando em vez, e ficávamos todos felizes e contentes.
Tive a sorte de ter dois meninos fantasticos, que nunca fizeram grandes birras, que sempre foram relativamente autonomos e despachados (embora tambem seja verdade que não tiveram grandes abébias, pois andavam sempre a toque-de-caixa, que isto de serem dois desincentiva automaticamente as mães de fazerem tudo aos meninos).
E agora tenho a sorte de ter dois meninos que se adoram e são verdadeiros compinchas de brincadeira, pois na verdade têm quase a mesma idade! E que se dão lindamente com os amigos um do outro, nomeadamente o mais novo com os amigos do mais velho, que lhe acham imensa piada e estabelecem com ele uma relação engraçada.
Hoje, por exemplo, um amigo do Gonçalo veio dormir cá a casa. Despachados os banhos enfiaram-se no quarto a brincar (traduzindo, a jogar play station). Pararam para jantar e voltaram para o quarto. Estão lá há mais de duas horas, os três, a jogar em torneio e a falar e a rir. Com igual cumplicidade entre os três. Em perfeita hamonia. Não vieram à sala uma unica vez, só ouvimos as conversas e os risos.
Um mimo!
Isto foi encomendado...
Desconfio sempre dos estudos que se debruçam sobre coisas a meu ver difíceis de medir e impossíveis de fazer depender directamente do factor A ou B.
No caso deste estudo, porém, calculo que tenha sido encomendado pelo Governo, numa derradeira esperanca de, em ano pre-eleitoral, convencer os pacóvios que têm que agradecer os ordenados miseráveis que se praticam no país.
Depois da oportunidade do desemprego, as maravilhas dos salarios baixos.
E o estado de sem-abrigo? Nem vos conto! É bilhete de acesso directo ao nirvana...
Agora é que é!
Voltei hoje ao exercício fisico.
Para os mais distraidos (cuja lista humildemente encabeço) um dos objectivos que pretendo concretizar neste ano de 2014 é praticar mais exercicio. Na verdade, e já que falo nisso, este é um objectivo com alguns anos de existência na minha vida mas nem por isso mais concretizado... o pobre é sempre vencido pela preguiça, pelas tarefas profissionais, pelas incumbências familiares, enfim, por tudo.
Mas este ano estou determinada. Comecei hoje, à hora de almoço, com uma sessao de PT. Já comprei mais sessões, para me obrigar a trabalhar para o objectivo.
Plano de acção: treino PT uma vez por semana, ginasio duas vezes por semana. Cada vez que falhar fico uma semana sem comer doces. Esta parte é a brincar, claro!
Primeiro livro do ano
Em cumprimento de um dos objectivos que tracei para este ano de 2014, retomei a leitura. Comecei por um livro que foi oferecido à minha cria mais velha por altura do Natal e escrito por John Grisham, um escritor que aprecio bastante e que escreveu, entre outros livros (que não li), O Poder da Justiça, A Firma, O Cliente, O Testamento e o Dossier Pelicano.
Um livro leve, nao fosse ele escrito para adolescentes, mas engraçado e, como todos os que li deste autor (acima referidos), bastante entusiasmante.
Bom principio. Agora vou continuar, nu, registo completamente diferente. Depois conto.
Ele há maneiras mais agradáveis ...
A cria mais velha da mags fez anos na segunda feira. E como acontece todos os anos, reunem-se familiares e amigos cá no palacete da mags para celebrar mais um aniversario do petiz. É como que um misto de aniversario e pré-reveillon, na verdade.
Pois que a mags, que faz sempre tudo à ultima da hora, lembrou-se às 8 da noite que não tinha champagne no frio e toca de enfiar uma garrafa no congelador. E a pobre aí permaneceu até hoje, que a mags nunca mais se lembrou dela (por acaso ate se lembrou mas estava deitada e não lhe apeteceu sair do aconchego e depois voltou a esquecer-se).
Pois como eu estava dizendo, a mags voltou a lembrar-se da puta da garrafa hoje, primeiro dia do novo ano, e resolveu ir tirá-la do congelador. Quando abriu o dito, e como era de esperar, a puta da garrafa tinha rebentado e a ATRASADA aqui da mags resolveu tirar os cacos, sem luvas nem pano nem o caraito. Resultado? A mags cortou um dedo, tem um lanho de valor no anelar da mão direita, deitou sangue suficiente para alimemtar uma familia de vampiros durante uns dias ou mesmo semanas, teve dores horriveis ao desinfectar o lanho, disse palavrões inadmissiveis a uma senhora durante o processo da desinfecção e está com um trambolho no dedo.
Ele há maneiras mais agradáveis de começar o ano, digo eu.
P-U-T-A-D-A-G-A-R-R-A-F-A.
Resoluções para 2014
Novo ano.
12 meses.
12 objectivos a cumprir, a saber:
1. Ser mais calma e paciente, contar até 10 antes de desatar aos gritos com tudo o que mexe (talvez contar até 100).
2. Deixar de fumar.
3. Inserir o exercício fisico na minha rotina e ir ao ginasio no mínimo 2 vezes por semana, todas as semanas.
4. Cultivar as relações que valem a pena e cortar de vez com as que nada me acrescentam.
5. Ler mais.
6. Escrever mais.
7. Namorar mais.
8. Gerir melhor o meu tempo e dedicar mais tempo aos meus filhos.
9. Poupar.
10. Divertir-me mais.
Daqui a uns meses faço o balanco.
Adeusinho
Mas acabou (aleluia). E apesar de ter sido, na globalidade, um ano menos bom, a noticia de que estou curada desta grande patite que me acompanhava há uns anos fez o ano valer a pena.
E tive trabalho. E não passei dificuldades financeiras. E continuo com os meus perto de mim.
E agora...
... vou dormir que amanhã começa a minha vida de excêntrica. Refiz as contas e decidi que serão at least 5 milhões.
OUVISTE UNIVERSO? SENTISTE A MINHA CONVICCAO? PERCEBESTE A INTERIORIZACAO JA EFECTUADA E CONSOLIDADA?
Às vezes mais vale estar calada
Martim - "Mãe, um miudo do segundo ano imprimiu um papel a dizer Se nao gostas do Benfica vou-te ao cu"
Eu - silencio
Gonçalo - "Quê?!"
Martim - "Se não gostas do Benfica vou-te ao cu"
Eu - (atónita) "Imprimiu e levou para a escola um papel a dizer isso?"
Gonçalo - "Que estupidez, "vou-te ao cu", isso nem faz sentido nenhum..."
Eu - silêncio (há assuntos que é melhor nem desenvolver).
O Segredo é uma treta!
Em tempos passei os olhos pelo livro O Segredo, mas confesso que não consegui ler até ao fim.
Acredito que a forma como encaramos as coisas têm influência na forma como as mesmas se desenrolam, aceito que pensamentos positivos fazem com que a vida flua melhor (mesmo que esteja uma grande merda se acreditarmos que vai melhorar é menos mau), acredito que pensamentos negativos potenciam acontecimentos negativos.
Mas daí a acreditar que se pensarmos coisas boas, com muita convicção, elas acontecem...
Veja-se o exemplo dado no livro a propósito do dinheiro. Escreve a Dona Rhonda que não basta querermos muito que nos saia um prémio em dinheiro para que isso aconteça. É preciso, segundo a guru de serviço do livro, que a nossa actuação seja conforme ao nosso pensamento, que ajamos como se já tivéssemos o guito, que lhe arranjemos destino.
Ora eu faço este exercicio há anos. Do milhão de euros que vou receber, sei exactamente quanto vou gastar no carro, na casa de ferias, em tratamentos de beleza (cujas clinicas até já tenho escolhidas), para onde vou de ferias e qual o roteiro que vou seguir. Sei exactamente com quanto vou ajudar algumas pessoas, embora, confesso, já tenha refeito as contas várias vezes. Tenho interiorizado de tal maneira que até já comecei a gastar o milhão que está para vir.
Só que o filha-da-outra-senhora do prémio ainda não me saiu, dá para acreditar?! Mas eu sei porquê, porque vai ser amanhã.
Eu acradito, como diria o outro (e deve funcionar porque não diz 3 palavras seguidas e já tem o seu milhão há muito...).
Espectacular espectacular...
... é o teu filho ter que fazer análises às fezes. E tu teres que fazer a recolha das ditas, para o recipiente devidamente esterilizado, com uma colher de plástico. E a recolha se proporcionar 10 minutos depois de acabares de jantar.
Assim de repente é das coisas mais espectaculares que me aconteceram nos ultimos dias. E ainda mais espectacular é o facto de isto se repetir por mais 2 recolhas.
Estou que nem posso, de contente.
Das segundas que parecem sextas...
Hoje foi um dia daqueles, uma segunda feira que acaba e que me deixa num estado de ser sexta feira.
Ora vejam lá.
Pela manhã, análises ao sangue com a cria pequena, com o aperto no peito que isso implica. Apesar de se ter portado como um homenzinho, o meu Martim, não é nada facil manter a calma quando se tem um filho ao colo a ser picado e a tirar sangue. E então depois de pagar 197€ pelas análises (e de memtalmente proferir todos os palavrões que conheço, em catadupa), a minha disposição ficou em alta...
Depois de deixada a cria na escola, rumo ao trabalho e por lá fico até as cinco da tarde, hora em que me ligam da escola do Gonçalo a dizer que ele ia a passar a porta quando uma menina resolve dar um pontapé na dita, que fecha, com a mão do meu filho lá no meio. Entalada, portanto. Lá saio eu do escritório a correr, novamente com um aperto no peito, para ir buscar a cria e levá-la ao hospital. Depois de feito o rx e de se confirmar que felizmente era só uma contusão e não uma mão partida, paguei 76€ e vim me embora, ja sem o aperto no peito mas com um grande vazio na carteira.
Mas como mãe não tem tempo para lamechices, quando cheguei a casa toca de reformular o anjo de Natal (que ontem não lhe pus olhos nem cabelo e isso obviamente não foi do agrado da cria), de acabar a story box (raios partam a Alana e a cabra da rena) e de fazer a árvore de natal (que daqui a nada a época ja passou e a arvore nem ve-la).
Tive, portanto, um dia fantástico e sossegadito. Nem caibo em mim de contente por ainda ter 4 dias de trabalho pela frente antes de ser sábado...
O que vale é que é já é Natal cá em casa!
Está na hora...
... de mudar o look deste blog, que estas cores e estes sacos já me começam a enervar.
Se eu fosse uma blogger à séria alguem faria isso por mim mas como não é o caso, tenho que arregaçar as mangas e pôr mãos à obra. É o meu karma, tenho sempre que ser eu a fazer....
Tudo eu, tudo eu....
Mãe é para isto mesmo...
As duas primeiras estão feitas. A story box está em fase de construção.
Como sou uma verdadeira cepa nestas coisas dos trabalhos manuais tenho alguma difículdade em levar estes projectos a bom porto mas lá fiz o que pude. E 20 anos (ou mais) depois voltei a fazer tricot!
Ora cá estão as obras.



mags
Repito e volto a repetir
Depois de anos e anos a sentir a Igreja Catolica longe do mundo em que vivo e de, consequentemente, me sentir cada vez mais afastada da igreja em cujos principios fui educada, eis que surge o Papa Francisco, uma lufada de ar fresco.
Este Papa tem-se revelado, ao contrário de (todos os) outros, uma pessoa que vive no mundo real, que não nega o obvio, que não defende o que nos nossos dias e no nosso mundo é indefensável, que tem consciência cristã na verdadeira acepção da expressão.
Todas as noticias que têm vindo a público, todas as declarações que este Papa tem feito, todas as posturas que tem assumido, fazem com que, aos poucos, devagarinho, me reconcilie com a igreja e volte a acreditar, ainda de forma muito leve, é um facto, nos intuitos beneméritos da fé cristã e da Igreja Católica, no altruismo que a mesma deve postular e praticar, no carácter de quem a representa.
E questiono-me se, tendo este Papa sido eleito pelos demais representantes da igreja (que suponho conheciam as suas ideias, convicções e praticas) não têm estes vivido aprisionados por uma igreja com a qual na verdade não se identificam e que reconhecem estar completamente out...
Digo e repito: cada vez gosto mais deste Papa, até tenho receio de um destes dias vir a público qualquer faceta negra e até agora desconhecida.
Ainda vim a tempo
Como já sei o que a casa gasta vim mais tarde, coisa pouca, 45 minutos mais tarde.
Passaram já 45 minutos desde que aqui cheguei. 1 hora e meia desde a hora em que supostamente a consulta deveria acontecer.
Para a próxima vou ser mais ambiciosa e vou dar um pulinho ao cabeleireiro...
mags
Fotossintese
Rejuvenesço e fico bem disposta para algumas horas.
São as maravilhas da fotossintese!
mags
Sugestão de prenda de Natal
Entrámos no mês de Natal. E eu que sou uma querida vou fazer aqui umas sugestões de presentes que vocês, homens, podem oferecer às vossas amadas. E as sugestões valem para o meu homem, OUVISTE amor?
Por exemplo, uns botins da Lemon Jelly. São girissimos, confortáveis, com um cheirinho delicioso (verdade) e 100% nacionais.
Tenho as castanhas da foto e ficava mesmo mesmo agradada se recebesse as pretas que tambem lá estão.
O número é o 37. Vendem-se na sapataria cá do bairro, ao lado do cabeleireiro, em frente ao café, 'tás a ver onde é?
Ingenuidade é algo que não lhe assiste.
Hoje a minha cria mais nova, com um ar solene, informou-me que precisava de um favorzinho meu, mas que era preciso que eu nao contasse nada à professora Isa nem às outras professoras. Além de preciso, era mesmo importante que eu não contasse.
Questionado acerca da natureza do favor, respondeu-me ele:
"Preciso que escrevas um papel a dizer que eu sou alergico a laranjas e a bananas, que se eu for alergico nao tenho que comer e posso comer outra fruta e se disser que não gosto não me deixam comer mais nada. E tu sabes que eu não gosto, escreves o papel e fica resolvido. E assim eu como fruta, para ficar saudável. "
Engendrou a história toda, portanto. Este miúdo tem cá uma folha de servico...
Tenho saudades tuas.
Hoje fazias anos. Se não tivesses partido.
Hoje lembrei-me de ti, porque se nao tivesses partido hoje farias anos.
No Natal lembro-me de ti, porque se não tivesses partido virias a minha casa comer a segunda ceia. E o que eu gostava de te ter em minha casa, de ver a tua satisfação por estares connosco, o que eu gostava de ter-te por perto, mesmo sofrendo ao ver-te cada vez pior.
Quando passo a Ponte Vasco da Gama lembro-me sempre de ti.
Quando se fala em Alcochete lembro-me sempre de ti.
Quando o teu Benfica esteve quase a ganhar quase tudo lembrei-me de ti. E quando perdeu tudo o que esteve quase a ganhar também me lembrei de ti.
Quando ouço Eurythmics lembro-me de ti.
Lembro-me tanto de ti, todos os dias.
Lembro-me do que foste e do que foste para mim. Um padrinho de baptismo fruto do acaso. Um padrinho de casamento por escolha minha. Um tio por escolha de alguém. Quase um pai por escolha tua.
Levavas-me à ginástica. Levavas-me ao musgo para fazer o presepio. Brincavas comigo na praia, na rua, em casa. Ensinaste-me a andar de bicicleta e de patins. Ensinaste-me a nadar e a fazer o pino. Tratavas-me exactamente como tratavas o teu filho. E eu gostava de ti como de um pai. Um pai que na verdade também foste, durante 10 anos da minha vida.
Acho que nunca te disse nos olhos o quanto te amava e o quanto significavas para mim. E lamento-o. Tal como lamento a (má) sorte que a vida te reservou, a doença que te assolou ainda tão novo, o sofrimento que viveste durante grande parte da tua vida. Nunca saberás como lamento, infelizmente para nós dois.
Sei que partiste e finalmente descansaste. Sei que se não tivesses partido irias sofrer ainda mais, se é que isso é possivel.
Resta-me o consolo de ter tantas recordações tuas, boas recordações, recordações que fazem parte da pessoa que sou. Resta-me o consolo de continuares vivo no meu coração. Resta-me o consolo de acreditar que estás em paz, estejas onde estiveres...
Mas tenho tantas saudades tuas. E gostava tanto de hoje estar a dar-te os parabéns, Quim.
Reciclagem e utilidade
Trabalho de casa da cria mais velha: reciclar materiais que tivesse em casa para fazer algo.
A cria queria fazer um robô com rolos de papel higiénico.
A mags, pouco dada a trabalhos manuais, não vislumbrava como o poderia ajudar nessa missão de construir um robô com rolos de papel higienico, ainda para mais em tempo record. Além do mais, para que raio serve um robô feito com rolos de papel higienico?!
Então a mags sugeriu à cria que fizesse um suporte para colocar pulseiras, que cumpria o objectivo pedido (reciclagem) e tinha a vantagem de servir para alguma coisa. A cria acedeu.
Com um rolo de cozinha, recortes de revistas, papel aluminio e um frasco de fruta de beber realizámos o nosso guarda-pulseiras. E colocámos umas pulseiras, para que não restassem duvidas acerca da finalidade do objecto.
Reciclámos com utilidade, portanto. Eis o resultado.
Não chove nem está orvalho....
No meu novo estaminé ainda não instalámos ar condicionado, estavamos exactamente à espera que o frio de rachar chegasse.
Pois que ele, o frio de rachar, chegou em grande e nós, ainda sem ar condicionado, temos tiritado, enregelado, congelado. Os pés nem se sentem. As costas até doem, no final do dia, de tanto estarem contraídas por horas e horas.
Qual aquecedor qual caneco, é um frio que não se aguenta.
Desconfio que amanhã, com a descida de temperatura que se prevê, vou encontrar no meu estaminé qualquer coisa deste género.
Era de valor...
Pois que agora a malta vai ao hospital publico, paga a taxa moderadora (18 aerios) e recebe um molho de folhas contendo os direitos e deveres dos doentes (que oportunamente analisarei) e um papelito denominado "Modelo de Informação de Custos do Serviço Nacional de Saúde".
E o que consta do "Modelo de Informação de Custos do Serviço Nacional de Saúde", perguntam vocês. Pois que consta que apesar de pagar os tais 18 aerios por este episodio de urgência o mesmo tem um custo de 52 aerios, que é como quem diz que o Estado, generosamente, suporta o resto. Diz tambem este modelito quanto gastei neste hospital durante o ano, ou melhor, quanto custei. Por acaso fui baratinha, pois só custei os 52 aerios, o que significa que só custei 34 aerios pois 18 paguei directamente e à chegada.
Deveria ser adoptado identico procedimento quanto aos impostos, devia haver um modelito que dizia quanto já pagámos este ano e quanto é que representamos de gasto para o Estado, por referência ao que pagamos.
No meu caso não tenho grandes duvidas que teria saldo para viver 3 vidas sem pagar impostos...
Onde está a mags?
Pois que a mags, ao fim de duas semanas com uma urticaria ou alergia ou o raio-que-a-parta que começou no peito (não peito-mama mas peito-colo, logo ali em baixo do pescoço) e que entao foi atribuida a uma qualquer alergia a um qualquer colar de reles pechisbeque mas que se tem vindo a alastrar a todo o tronco e membros superiores, causando uma comichao horrivel e um mau estar que nem vos conto, decidiu ir ao hospital.
E cá está a mags, a coçar-se como uma piolhosa, à espera de ser atendida. Enquanto isso, escreve aqui umas palavrinhas.
Já a senhora que está sentada à frente da mags faz uma colcha em croché, que era um farrapo quando a mags aqui chegou e que esta quase quase a dar para uma cama king size. A velocidade a que esta mulher tricota (neste caso, a que faz o croché) é impressionante. Se o Passos visse isto era rapaz para dizer que tambem a urgencia hospitalar, tal como o desemprego, pode ser uma oportunidade.
E o que custa recomeçar...
Alguns meses de ausência destas lides do blogue fazem com que não saiba muito bem o que aqui escrever, para regressar ao activo.
Na verdade, apesar de a minha vida não ser um triller emocionante, um romance comovente, uma comédia hilariante ou um policial entusiasmante, também não é um filme do Manuel de Oliveira (no sentido de parado, paradinho) e algumas coisas aconteceram de Julho para cá, que podiam perfeitamente ter sido aqui registadas, por serem dignas de nota e perfeitamente enquadráveis no que tem vindo a ser a vida deste blog.
Como, por exemplo, o dia em que a cria mais velha me perguntou, num jantar e ao ouvido, o que era um broche (o que para minha surpresa me deixou sem resposta e levou a que a criança fosse perguntar ao pai e não, não vou aqui reproduzir e explicação então facultada pelo meu ilustre marido).
Como, por exemplo, o facto de nestes meses ter sido submetida a um tratamento inovador (mais propriamente em fase de ensaio clínico) que, ao que tudo indica, me livrou de uma doença que me atormentava há uns anos (uma hepatite C) e que poderia dar aqui lugar a uma serie de posts, que em breve surgirão, mais que não seja para memoria futura.
And so one, and so one...
Mas o facto é que isto de escrever um blogue é mais ou menos como o exercício fisico ou o ginasio, quanto mais tempo estamos parados mais difícil é recomeçar, e quanto menos fazemos menos vontade temos de voltar a fazer.
Valha-me ser uma pessoa coerente, já que tenho estado para o blogue como para o ginasio. Morta e embalsamada.
Mas vou ressuscitar, prometo!
Dolores is back, oh yé!
A ultima vez que aqui passei, há mais de 3 meses, foi para vir gritar. E nunca mais cá passei. Na verdade nestes ultimos meses tenho gritado bastante, de tal forma que até tenho andado rouca.
Por isso, e porque a minha garganta já está em mau estado, estou capaz de voltar a estas lides do blog, um destes dias. Hoje não, que tenho que ir dormir pois amanha, adivinhem, acontece mais uma jornada do campeonato de futebol da minha cria mais velha.
Dolores is back, oh yé!
Dignidade, muito prazer!
Que semanas estas!
Entre:
- o piripaque do meu homem, que foi de charola para o Hospital onde ficou 2 dias com a cabeça às voltas e sem se aguentar nas canetas - síndrome vertiginoso, ao que parece - e que depois disto e da operação que fez em Maio ainda está a meia canja,
- a azáfama das colónias de ferias dos miúdos (com despertares madrugadores para arranjar 4 lanches, dois para cada um, almoços pic-nic, pôr protector solar, tomar banho, vestir-me, deixá-los na escola às 07h55 e já com 10 minutos de atraso em relação às ordens da organização, ir busca-los ao final do dia, tudo praaticamente sozinha,
- as reuniões na escola actual (de final de ano lectivo), as matriculas na escola nova da cria mais nova,
- o tratamento em curso, com 9 bombas ao dia, manhas quinzenais no hospital a tirar sangue e a cumprir procedimentos do dito tratamento (sobre o qual aqui falarei outro dia que não hoje, que não me apetece e afinal quem manda aqui sou eu),
- o trabalho a rodos e sempre a bombar, sem tempo para almoçar nas maior parte dos dias,
AINDA ESTOU VIVA!
Mas na verdade sinto-me mais morta que viva...
Parece que a semana que acaba amanha (por sinal com um dia que se antevê ser de loucos, para não fugir muito aos que tenho tido) já teve 30 dias, non stop....
Se o trabalho dignifica o Homem, dignidade não me falta, chiça!
Ou melhor dizendo, fo#a-se!
Parabéns Avozinha!
Hoje, 14 de Julho, a minha avozinha fez 89 anos.
89.
E estava toda contente.
Se eu chegar à idade dela, quero ter ao meu lado um homem como o meu avozinho. E não dispenso a beijoca.

Dos dias maus...
Anteontem o mesmo.
Nos dias, semanas meses que antecederam nada de muito diferente, no balanço final.
Hoje nao vai ser diferente, creio até que será pior, tal o meu humor a esta hora da manha e quase antes do dia começar.
Estou cansada, do corpo, da cabeça, da alma. Estou farta, quase de tudo, quase de todos. Olho para trás e vejo que ou estou maluca (já estive mais longe, é certo) ou chego à triste conclusão e passei (e passo) toda a minha vida a dar mais do que recebo, em termos de amor, preocupação, dedicação, lealdade. E quando digo toda é toda.
Sozinha, é como estou, sozinha dentro de mim. E com uma vontade cada vez mais incontornável de mandar tudo ao ao ar!
Amanha é outro dia. E provavelmente nada mudará. Até um dia, quero ainda acreditar.
mags
Martim, no seu melhor
O Martim é um cabo dos trabalhos para adormecer, mesmo que esteja a cair de podre. Chama-me 1000 vezes, inventa 500 desculpas para dizer alguma coisinha, desde a sede, os sonhos maus, o calor e logo a seguir,o frio, etc.
Eu passo-me.
Ontem foi assim. E ele, em jeito de sugestão, sai-se com esta: "Ó mãe, tens que me comprar Angelicalm, assim eu já durmo como um anjo, não é o que tu queres?"
Estou a pensar seriamente nisso, estou estou...
E depois da Copa do Guadiana...
... Estamos de regresso a casa!
Chegámos ontem e foi o regresso às lides domesticas: desfazer malas, lavar e estender maquinas e maquinas de roupa, pré-preparar mochilas e lancheiras para a colónia de férias da cria mais velha (que começou hoje, logo pela fresca) e para o passeio de final de ano do outro (que incluía almoço pic nic e tudo).
Hoje, foi acordar pela fresca (07h00), tratar da maltinha a toque-de-caixa e deixa-los na escola para rumar a um primeiro dia de trabalho em grande, daqueles de pós-ferias em que temos milhentas coisas para dar andamento.
Mas o mais duro tem sido gerir as emoções da cria mais velha, que está a morrer de saudades da sua equipa e do seu Mister, me pergunta a toda a hora porque não pode ser sempre assim e continuarem sempre juntos, na mesma equipa. E fica com os olhos marejados de lagrimas. E passado um bocado volta à carga e pergunta quando vão embora os que vão sair, e se nunca mais os vai ver e que vai ter muitas saudades...
Lá lhe tento explicar que a vida é mesmo assim, e que agora saem uns mas depois virão outros, e que ele deve ficar contente pelo facto de alguns amigos e o seu Mister irem para outros voos, e ele diz que fica mas que vai ter muitas saudades dos que vão sair, e das suas mães e pais e dos seus irmãos, e que nunca mais os vai ver. E fica triste só com essa possibilidade...E tento animá-lo com os que ficam, e ele anima-se mas logo se lembra dos que saem e fica novamente triste.
Sofre com isto, o pobre (logo desde o momento em que saiu do "estagio" e em que chorou compulsiva e sentidamente com o fim da sua experiência inesquecível e com as saudades que já então dizia sentis) e eu sofro por vê-lo sofrer.
"Mãe, de vez em quando podemos ir ver os jogos das equipas para onde eles vão?". Glup! "Podemos, filho, podemos".
Acho que não me safo, estou feita!
Diário da Copa - The End
Jogámos mais e melhor, contra um adversário com quem já tínhamos jogado duas vezes esta época (um empate e uma vitória, foram os resultados que então tínhamos alcançado) mas desta feita perdemos 4-3.
O futebol é isto mesmo. Mas dói um bocadinho mais assim, na verdade...
Os miúdos, desolados, choravam como madalenas (será que as madalenas choram mais que as marias, eis a questão).
Os pais, também com vontade de se atirarem para o chão a chorar (pelo menos aqui a Dolores), apoiaram os seus meninos e o Mister até ao fim. E depois do fim. Porque eles merecem. Porque eles deram o seu melhor. Porque eles são os maiores.
Os pais aplaudiram o adversário no fim do jogo, como tem que ser. Porque o futebol (e a vida) é perder e ganhar (na maioria dos casos mais vezes perder do que ganhar). Porque respeitar o adversário é ser homenzinho e é isso que queremos que os nossos filhos sejam, HOMENS, de preferência HOMENS DE CARÁCTER.
A minha cria ainda não apreendeu completamente essa parte e estava de tal modo transtornada que além de chorar - o que normalmente não acontece, pois embora fique triste quando perde costuma aceitar as derrotas pacificamente -demonstrou algum mau perder, situação que já aflorámos com ele no fim do jogo mas que voltaremos a abordar quando as hostes acalmarem. Ainda está a crescer e crescer é isso mesmo, aprender a lidar com as derrotas, do futebol e da vida, e tirar delas lições.
Para mim, que sou benfiquista (e que tive, portanto, uma época de fugir), só me faltava a porra da Copa do Guadiana para sofrer mais um bocadinho...
E escrever posts sobre o futebol e estas lides era a ultima coisa que aqui a Dolores alguma vez pensaria em fazer...E no entanto, cá está ele...
Diário da Copa do Guadiana
Hoje tivemos direito a manhã de praia com os miúdos e equipa técnica e à tarde novo jogo e nova vitoria.
Fim da primeira fase, quatro jogos quatro vitorias.
Primeiro lugar do grupo, rumo aos quartos de final, que são já amanhã.
Agora é roda bota fora. E a claque a torcer pela equipa, como tem que ser. Até eu já grito e canto! Sou uma nova mulher, portanto...
Força equipa, vamos lá Team 2004.
Loures Allez!
mags
Boa miúdos!
Grande resultado miúdos!


No fim do jogo tivemos direito a uns minutinhos com as crias, que serviram para matar as primeiras saudades e para saber as novidades : com quem ficaram no quarto, como correram as coisas, se dormiram bem, se se orientaram com as coisas.
Ficámos também a saber que, de uma forma geral, os putos ainda sao pouco autónomos para preparar o pequeno almoço e para realizar outras tarefas.
Culpa das mães, obviamente. Como alias não podia deixar de ser, mesmo que não fosse. Já o jogarem à bola é mérito dos pais, como está bom de ver...
Findo o pequeno momento de convívio, durante o qual cantámos os parabéns à mãe de um jogador - Parabéns Sandra-, e lá vimos as nossas crias irem embora, com a equipa técnica.
Até amanha ricos filhos!



Divirtam-se que nós agora vamos à praia, já que cá estamos!
mags
E cá estamos nós...

Ontem, domingo, entregámos a cria ao staff, com uma mala cheia de roupas, cuecas, chuteiras e recomendações. "Cuidado com as piscinas. Atenção às varandas. Cumpre a regras e as indicações do mister. Olha o creme para não ficares com a pele (atópica) numa miséria. Juízo. Diverte-te", foram algumas das dicas.
E lá deixámos a cria mais velha no hotel onde vai ficar com a equipa durante a próxima semana. Ele na maior, num excitamento. Nós (pelo menos eu) com um ligeiro aperto no coração. O Martim um tanto ou quanto tristonho pois ferias sem o mano velho não é fácil...
À noite lá fomos à cerimonia de abertura do torneio (a 4 aerios cada pessoa com mais de 3 anos). Mais de 100 equipas. Miúdos a perder de vista. Pais e familiares nas bancadas a puxar pela sua equipa, quando ela entrava no recinto.
Loures é a nossa!
Loures, Loures, Loures, gritávamos nós. E eles ouviram e viram-nos. E ficaram todos contentes. E nós também...
Loures, Loures, Loures!

mags
E o tempo passa. E eles crescem. E eu envelheço.
Constato que estou velha, piegas e lamechas quando me emociono na festa de finalistas de Jardim de Infância da minha cria mais nova, quando sinto um aperto no coração e um nó na garganta quando tomo consciência de que o meu bebezolas já vai para o primeiro ano (outrora primeira classe) e, logo, já nao é um bebezolas...
Isto de vê-los crescer não é fácil de digerir... Palpita-me que quando me aperceber que as crias estão prestes a iniciar a vida sexual tenho um colapso nervoso...


Cum caneco! Esta gente é inteligente pra chuchu...
Diz a Prof. Dra. Raquel Varela ( a jeitosa que mais valia ter estado calada no Pros e Contras pois levou uma resposta "daquelas" de um puto de 16 anos), em directo na TVI 24, que o facto de se trabalhar numa fabrica sob as ordens de um chefe faz com que o nosso corpo produza enzimas que diminuem a nossa esperança media de vida.
Fónix, ele há estudos profundos. E profícuos.
Estava capaz de dizer que o facto de trabalhar para pagar impostos, que é um problema que me assola deveras nos dias que correm, está a implicar que o meu corpo produza enzimas capazes de diminuir a esperança media de vida do ministro das finanças, ou a integridade física vá, que estou a uma nesga de lhe ir à fuça.
Epá se calhar não devia escrever isto que ainda sou condenada pelo tribunal a uma pena de multa, como o outro....
Mais associação, melhor educação....
Cá está a foto do bolo do primeiro encontro da Associação de Pais.
A festa foi um sucesso, graças aos organizadores e àqueles que trabalharam como gente grande para tornar possível este encontro.
Valeu a pena! Vale sempre a pena, quando a alma não é pequena, já dizia o Fanã.

Fim de semana calminho
Sexta Feira:
Amigo do Gonçalo a dormir cá em casa. Eram 3, portanto. E demoraram 3 horas até, depois de 289 avisos meus e 1 (unzinho!) do pai, se deixarem de conversetas e dormirem. Já estávamos perto da 1 da manha.
Sábado:
Enquanto 2 foram para o futebol da praxe (o meu mais velho e o amigo), eu fiquei em casa com o mais novo, pus a maquina a lavar, apanhei roupa, fiz camas, estendi roupa, lavei louca. Fui tomar o pequeno almoço. O mais velho chegou. Fomos almoçar ao Mc.. Comprámos 2 presentes para as festas de aniversario que a cria mais nova teve este fim-de-semana. Fui para a festa da Associação de Pais (que organizámos pela primeira vez e que foi um sucesso, com direito a bancas de tralhas, bijuterias e doces, a demonstrações de Hip Hop, expressão dramática e ballet, porco no espeto e musicoll do melhor). Estive 2 horas a fazer de porteira e a cobrar entradas. Fui num instantinho pôr o Martim a uma festa. Voltei para a festa da Associação de Pais. Fui noutro instantinho levar o meu afilhado a casa. Voltei para a festa da Associação de Pais. Num ultimo instantinho fui buscar o Martim à festa. Voltei para a festa na escola. Comi, dancei e estive na festa. Ajudei nas limpezas e arrumações pós-festa. Cheguei a casa às 22h30. Lavei o equipamento para o mais velho jogar no dia seguinte. Arrumei o saco do futebol, chinelos, chuteiras, caneleiras, equipamento (entretanto já seco na maquina, benditas modernices), bolsa do banho, água. Aterrei no sofá, com os pés como duas batatas.
Domingo:
Enquanto o pai foi com o mais velho para o jogo, eu fui com o mais novo para o shopping.
Lá comprei as fitas de finalista para o mais novo, que é finalista de jardim de infância (no meu tempo não havia nada destas merdas, nem jardim de infância quanto mais finalistas do dito).
Lá fiz as compras da semana, que são sempre meia dúzia de coisas mas que no fim redundam inevitavelmente em 200€ e nada de especial no interior dos sacos.
Voltámos para casa. Almoçámos. Arrumei as compras. Arrumei a cozinha. Pus roupa a lavar. Fui pôr a cria mais nova a outra festa de anos, no IKEA ( nem sabia que se faziam festas de aniversario no IKEA). Fiquei lá a fazer tempo e aproveitei para comprar umas coisinhas que precisava. Voltámos para casa. Comecei a fazer o jantar. Os meus pais vieram cá jantar. Estendi roupa. Deitei-me no sofá. Vi um filme (até ao fim).
Feriado:
Dormi até às 11h30. tomei o pequeno almoço e comecei em arrumações. Enquanto os homens cá de casa almoçavam eu arrumava. Fiz camas. arrumei a cozinha. Tomei um banho de imersão. Vesti-me e fui onde, onde? Ao wrestling, imaginem só. Em Odivelas. Do melhor. Tenda de circo, 2 filas de cadeiras à volta do ringue. Artistas de topo, como devem calcular. Mas com cartazes espalhados em tudo quanto é poste nesta cidade (só aqui na minha urbanização cerca de 430) não houve como fugir... Desafiei uma amiga para vir comigo, e ainda nos fartámos de rir.
Acabou perto das 19h00. Viemos para casa. Fiz o jantar, um bolo e leite creme. Pus a maquina a lavar. Jantámos. Arrumei a cozinha. Estendi roupa. Preparei sacos para os treinos de futebol de amanha e mochilas para a escola. Deitei-me no sofá.
E aqui estou, como se tivesse sido atropelada por uma camião. Pergunto-me porquê, pois tive um fim de semana caminho, na verdade não fiz nada...
Ah sim?
Vi esta frase e pensei "mas há umas quantas que por mais que de voltas à cabeça nao consigo vislumbrar qualquer razão, só um acaso, muitas vezes infeliz"...
E depois vieram-me à ideia algumas delas, por exemplo, ..... Queriam!!!

Grande Merda, é o que é!
Hoje morreu o Rodrigo, aos 3 anos de idade e depois de andar a lutar durante 2 anos contra uma leucemia.
Ando pelo facebook e vai na volta dou de caras com esta noticia. E choro. De todas as vezes. Sem conseguir evitar.
Penso no que este menino lutou, no que sofreu, no que aguentou. Penso na mãe, no pai, no que terá sido o sentimento de verem o seu bebe sofrer o que sofreu, aguentar o que aguentou. Para acabar assim. Puff!
E choro.
Penso nos meus filhos, felizmente tão saudáveis. Penso na possibilidade de lhes bater à porta uma coisa destas. E choro.
Penso nas MERDAS que nos consomem diariamente, que nos vão levando a alegria, a juventude, a vida, aos poucos e na importância que efectivamente não têm. E continuo a chorar.
É uma grande merda isto da vida! E fico por aqui, que já estou outra vez a chorar...
Descansa em paz Guerreiro!







