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Quando pensas que não pode ser pior...

Depois de uma segunda feira a fazer adivinhar (mais) uma semana dificil, eis as horas seguintes da mags:

23h40 - Derreada, a mags vai deitar-se e lê um pouco até que é vencida pelo cansaço, arruma o livro e fica a ver televisão. 2 minutos depois a mags dormita.

00h15 - A mags acorda saranpantada, tira os óculos e apaga a TV, por forma a dormir uma bela noite de sono.

00h16 - Espantosamente,  e quando nada o indiciava,  a mags é acometida por uma subita insónia e não consegue dormir, o que faz com que comece a pensar no dia seguinte e no trabalho que a espera.

00h40 (mais coisa menos coisa) - O bebé que habita o andar de cima, recentemente nascido e chegado ao prédio, começa a sua birra diária e berra como se não houvesse amanhã. Raios partam o moço, que passa a vida a chorar e todos os dias faz uma birra nocturna, daquelas que até lhe falta o ar antes de cada golfada de choro, como se suspendesse a respiração a ganhar fôlego para, da próxima vez, gritar ainda mais e mais furiosamente, estão a ver? Pois, é esse choro mesmo, aquele que nos faz ter pensamentos homicidas do tipo "vou lá acima e afogo-o no bidé" ou "se lhe tapar a cabeça com uma almofada talvez se acalme ou então deixe de respirar,  vá, só por um bocadinho..."

01h45 - Depois de a criatura (finalmente) se calar, a mags continua às voltas na cama, sem conseguir dormir,  enquanto o seu homem (o da mags) dorme que nem um passarinho, mas um passarinho de respiração forte e pesada, que não é bem um ressonar mas que depois de 2 horas de insónia e 1 hora de choro da criatura de cima também desperta na mags, a espaços,  instintos assassinos. Finamente, a mags lá adormece. E assim continua,  a dormir o seu sono de princesa, até que às

06h20 - Começa a tocar o alarme da garagem do prédio das traseiras, para as quais dá o quarto da mags. Um som ensurdecedor,  irritante, enervante,  desesperante, que sobressai no silêncio da noite como um pum sobressai no elevador, estão a ver a ideia? Não dá para abstrair.... A mags acorda furiosa e fica a ouvir o filha-da-puta do alarme, que vai não vai toca porque parece que alguém que trabalha por turnos entra ou sai da garagem sem accionar devidamente o mecanismo. Sim, um cabrão qualquer que dia-sim-dia-não brinda a vizinhança com este acordar a horas impróprias e desta maneira que estraga logo o dia.

06h40 - O alarme continua a tocar, cala-se e volta a tocar, cala-se a volta a tocar. A mags e o seu homem estão acordadissimos e a insultar o cabrão filha-da-puta paneleiro do vizinho e do alarme, chamam a policia que isto já dura há meses e estão a pontos de matar alguém. E uma vez que a criancinha do andar de cima já se calou...

06h50- O alarme cala-se mas, no silêncio da noite,  alguém resolve descansar o dedo na campainha da casa da mags. É a policia. Veio dizer que não podem fazer nada pois só podem levantar auto de contra ordenação se o alarme tocar durante 30 minutos, ininterruptamente. Estão a brincar, certo? Errado.

Mags e seu homem traçam um plano: das próximas vezes que isto acontecer voltam, apesar de tudo, a  chamar a policia (desta vez sem dizerem onde moram, para os senhores agentes não virem outra vez repousar o dedo na campainha do palácio durante a madrugada), calçam os tenis e vão tocar a todas campainhas do prédio das traseiras em causa (se a mags não dorme eles também não hão-de dormir, ou pensam que o facto de os seus quartos darem para o outro lado e o alarme não os incomodar por aí além os livra de resolverem o problema, que por acaso existe no predio deles?).
Hoje a mags já foi queixar-se à administração do prédio vizinho, partilhando os seus planos de acordar toda a gente caso o alarme volte a tocar durante uma hora na madrugada e solicitando que resolvam o problema ou desliguem o alarme (até porque se a ideia é prevenir assaltos não parece que tenha muta eficácia pois uma vez que está sempre a tocar já ninguem lhe liga nenhuma a não ser porque não dorme).

Agora a mags vai pôr os ténis e o duffy a jeito e vai deitar-se. E como todas as campainhas são todas as campainhas, talvez a mags acorde, daqui a nadinha, os seus amigos L. E F., que moram no predio do alarme maldito!

Olha, nem de proposito...

Inspira, expira, não pira.

Trabalhar,  trabalhar, trabalhar.  Tem sido esta a minha vida. Tudo urgente. Tudo para ontem. Tanta coisa para amanhã.
Depois de uma semana non stop, sem tempo para nada, sem por os pés no ginasio, sem uma preguiça,  sem um tempinho de ronha, sem um intervalo ou mesmo um abrandar de ritmo, eis que se inicia outra semana, que se adivinha ainda pior. Prazos que não param.  Assuntos (e clientes) que não esperam. Imbróglios em catadupa. Problemas e dramas de manhã à noite, sem hora de almoço ou pausa para lanche.
Fod#$#&, que car#$%=to, é o que me apraz dizer. Estou tão fartinha, tão fartinha senhores!

Queimar tempo que não se tem

Este ano, pela primeira vez na vida, inscrevi-me no sistema de apoio judiciário.
Para quem não sabe, isso implica, entre outras tarefas, que seja nomeada para escalas no Tribunal, a fim de assistir, em diligências judiciais, arguidos que não tenham advogado constituído ou em que o advogado constituído/nomeado oficiosamente se balda à diligência.

Hoje estou de escala. E constato que também aqui há crise: poucos criminosos e nenhuns advogados baldas.

Estou, portanto, a queimar tempo precioso da minha semana porque com a preguiça não trouxe o computador e nem sequer posso ir trabalhando noutras coisas que bem podia ir adiantando, que isto dos tablets é muito giro mas não dá para trabalhar a sério. E se tenho coisas para fazer!

Estou capaz de ir bater à porta do juiz para voluntariamente me submeter a julgamento por estupidez. Ou então para ver se ele me deixa usar o seu computador...

Queimar tempo que não se tem

Este ano, pela primeira vez na vida, inscrevi-me no sistema de apoio judiciário.
Para quem não sabe, isso implica, entre outras tarefas, que seja nomeada para escalas no Tribunal, a fim de assistir, em diligências judiciais, arguidos que não tenham advogado constituído ou em que o advogado constituído/nomeado oficiosamente se balda à diligência.

Hoje estou de escala. E constato que também aqui há crise: poucos criminosos e nenhuns advogados baldas.

Estou, portanto, a queimar tempo precioso da minha semana porque com a preguiça não trouxe o computador e nem sequer posso ir trabalhando noutras coisas que bem podia ir adiantando, que isto dos tablets é muito giro mas não dá para trabalhar a sério. E se tenho coisas para fazer!

Estou capaz de ir bater à porta do juiz para voluntariamente me submeter a julgamento por estupidez. Ou então para ver se ele me deixa usar o seu computador...

Queimar tempo que não se tem

Este ano, pela primeira vez na vida, inscrevi-me no sistema de apoio judiciário.
Para quem não sabe, isso implica, entre outras tarefas, que seja nomeada para escalas no Tribunal, a fim de assistir, em diligências judiciais, arguidos que não tenham advogado constituído ou em que o advogado constituído/nomeado oficiosamente se balda à diligência.

Hoje estou de escala. E constato que também aqui há crise: poucos criminosos e nenhuns advogados baldas.

Estou, portanto, a queimar tempo precioso da minha semana porque com a preguiça não trouxe o computador e nem sequer posso ir trabalhando noutras coisas que bem podia ir adiantando, que isto dos tablets é muito giro mas não dá para trabalhar a sério. E se tenho coisas para fazer!

Estou capaz de ir bater à porta do juiz para voluntariamente me submeter a julgamento por estupidez. Ou então para ver se ele me deixa usar o seu computador...

Queimar tempo que não se tem

Este ano, pela primeira vez na vida, inscrevi-me no sistema de apoio judiciário.
Para quem não sabe, isso implica, entre outras tarefas, que seja nomeada para escalas no Tribunal, a fim de assistir, em diligências judiciais, arguidos que não tenham advogado constituído ou em que o advogado constituído/nomeado oficiosamente se balda à diligência.

Hoje estou de escala. E constato que também aqui há crise: poucos criminosos e nenhuns advogados baldas.

Estou, portanto, a queimar tempo precioso da minha semana porque com a preguiça não trouxe o computador e nem sequer posso ir trabalhando noutras coisas que bem podia ir adiantando, que isto dos tablets é muito giro mas não dá para trabalhar a sério. E se tenho coisas para fazer!

Estou capaz de ir bater à porta do juiz para voluntariamente me submeter a julgamento por estupidez. Ou então para ver se ele me deixa usar o seu computador...

Agora já sei...

Aqui há uns meses coloquei extensões no cabelo. Retirei-as hoje. Agora já sei como se sentem os caniches quando vão à tosquia...

It's a Girl!

Recebi agora a noticia de que o feijão do primo do meu coração é uma menina. Uma menina!
A-D-O-R-O!

É parte de mim que se vai...

Tenho (ainda) um sinal nas costas que me acompanha desde sempre, não sei se desde a nascença mas pelo menos desde que me lembro de mim.
Agendei para hoje a remoção desse sinal, que apesar de pacífico tem vindo a crescer.
Sinto já uma nostalgia pela parte de mim que vai à vida...

Será que parece mal pedir para pôr o sinal num frasquinho com álcool e levá-lo para casa, para não o perder de vez?

Dia do Pai

Confesso que não sou muito dada aos dias instituídos como sendo dias de alguma coisa: Dia do Pai, Dia da Mãe,  Dia da Criança,  Dia da Mulher, entre outros, são dias que não me dizem nada em especial, em que não sinto nenhuma emoção diferente da dos outros dias...

Hoje, Dia do Pai, tal como em todos os outros dias da minha vida, amo o meu Pai.
Hoje, Dia do Pai, tal como em todos os outros dias da minha vida, agradeço ao meu Pai por me ter dado educação,  principios, valores e oportunidades.
Hoje, Dia do Pai, tal como em todos os outros dias da minha vida, peço ao universo que me continue a brindar com a companhia do meu Pai, que lhe dê saúde e muitos anos de vida. Sem doenças.  Com qualidade de vida.
Hoje, Dia do Pai, tal como em todos os outros dias da minha vida, sinto um nó na garganta quando me ponho a pensar que um dia ele me pode faltar.

A única coisa de diferente, hoje, Dia do Pai, é que sinto uma especial compaixão por quem já perdeu o seu Pai, por quem o perdeu antes do tempo aceitável e expectável, por quem nunca o conheceu e por quem, tendo-o, não o tem (o que é capaz de ser o pior dos cenarios).

Neste dia, o meu beijinho vai para o meu pai mas vai também para os filhos sem Pai e para as mães dos filhos que tendo pai não o têm, porque o perderam ou porque ele se perdeu e os deixou perdidos. Essas Mães, que são também Pais, são umas valentes e merecem, também hoje, ser homenageadas.

Tirem esta mulher daqui!

Até agora sempre vivi feliz e contente com a senhora portuguesa do Google Maps do meu telemovel.Apesar de umas calinadas no português, de quando em vez, a senhora expressava-se com um tom de voz agradável, de forma perceptível,  enfim, tudo corria bem entre nós. 
Nada levava a adivinhar que, de um dia para outro, sem justificação ou aviso prévio, a senhora desaparecesse sem deixar rasto, fazendo-se substituir por uma piriguete brasileira que fala com favas na boca e dá entoações às palavras que não lembra a ninguém.
Senhores da Google, considerando que me parece bastante desagradável terem feito esta substituição sem me consultarem ou sem sequer me informarem e atendendo a que nem sequer me entendo com a nova contratação,  agradeço que tirem esta senhora do meu telemovel e me mandem novamente a senhora portuguesa. Agradecida.

É isto!

Tanta roupa e nada para vestir

Tenho ideia de ja ter passado os olhos por um qualquer livro com este título.  Não fui eu que o escrevi.  Mas podia ter sido...
Estava capaz de renovar o meu guarda roupa todinho, de me meter num shopping e só sair de lá dois dias depois, com uma procissão de sacos de trapinhos novos atrás. E sapatos. E malas. E cuecas e soutiens. E pulseiras e fios. E tudo, tudo, tudo. Tudo novo, a estrear. Era um ver-se-te-avias de cortar etiquetas. Era o meu sonho consumista. Era tão bom.
Mas não pode ser, não tenho tempo. Esta semana vai ser de cão (de cão de rua, não de cão de madame, entenda-se). Só por isso, por causa da falta de tempo...

Gosto do meu bairro!

Gosto do movimento.
Gosto de sair de casa, tomar o pequeno almoço no café, cheio de gente, de passar pela papelaria e pelo supermercado, de andar mais meia duzia de passos e comprar alguma coisa que preciso na loja do chinês, de ir ao sapateiro, ao cabeleireiro, ao multibanco,  à farmácia,  à churrasqueira, ao ginásio, tudo sem pegar no carro.

Gosto de ir com os miudos ao parque, eles de bicicleta, eu a pé.  Eu sento-me no banco de jardim a folhear uma revista, eles estacionam a bicicleta e vão jogar à bola. Entretenho-me à conversa com alguem conhecido que passa ou que também está no parque. Os miúdos entretanto já encontraram colegas de escola de um ou de outro e estão entretidos. 
Na volta eles pedalam e esperam por mim no fundo da rua, para atravessarmos todos juntos. Encontramos uns amigos que também moram no bairro e vamos todos lanchar.  Os miudos brincam. Nós conversamos. 
Tenho amigos por perto. Os miudos tambem. Tenho tudo à mão de semear. Sem pegar no carro. A 5 minutos a pé de um centro comercial. A 1 minuto de carro de acessos para todo o lado.
Adoro o meu bairro.
Se me saisse o euromilhoes e pudesse comprar uma mansão na Quinta da Marinha ia ficar triste por deixar o meu bairro. Mas, pensando melhor, com a terapia adequada (terapia dondoca de choque) rapidamente me punha fina.

E ainda há gente que diz que não precisa de ninguém!

Este fim de semana estou sozinha com as crias.
A cria mais velha teve jogo de futebol às 08h30 da manhã, tem uma festa de aniversário em Mafra às 14h30 e outra na Venda do Pinheiro às 16h30.
A cria mais nova tem uma festa de anos dupla na Amadora às 14h00.
Temos todos uma festa de aniversário em Odivelas, a partir das 16h00.

Ora, assim visto de repente,  pareceria um fim de semana de loucos, para a mãe das crias.
Mas como os amigos da cria têm mães e pais fantasticos, a mãe das crias recorreu à ajuda dos ditos para não dar em doida.
Obrigada Patricia por dares boleia à cria mais velha e a levares ao jogo, dispensando assim a cria mais nova de se levantar às 07h30 da manhã.
Obrigada Paulo por dares boleia à cria mais velha e a levares à festa das 14h30, dispensando assim a mãe da cria de andar a correr entre Amadora e Mafra.

Quem tem amigos e pessoas prestáveis à volta tem tudo. E fica assim dispensada de ter um fanico.

Três bon!

Volver by Chakal. Muito bom. Entrada divinal. Prato principal excelente. Vinho maravilhoso. Conpanhia 5 estrelas. Vinho maravilhoso. Ah já falei do vinho?

Ai...

Fui ao ginasio. Aula de GAP e 10 minutos a correr na passadeira (vá,  8). Sauna e jacuzzy. Estou pronta para dormir. Mas não.  Vou jantar fora e dançar até de manhã. Pronto, até meio da noite que já não aguento mais que isso.
E amanhã é outro dia. Estou em crer que é o dis em que vou fazer de morta.

Fomos ao mercado

Eu e o Martim. Tomámos o pequeno almoço e fomos ao mercado. Ele adorou.  Falou com pessoas de todas as bancas,  fez perguntas,  apreciou o amanhar do peixe, fez conversa até mais não. E no final concluiu que gosta mais do mercado só mercado do que do supermercado.

Yes, indeed...

Cool!

Não quero ter mais filhos mas se porventura pensasse nisso iria querer um carrinho destes.

Era ver-me a passear o baby pelo bairro, a subir passeios e com um boné na cabeça.  Com a pala para trás,  pormenor importante...

O máximo,  este carrinho!

Pronto, pronto, não se pode sonhar?!

Tal como prometido a mim mesma, voltei ao ginásio com regularidade. Tenho feito das tripas coração para conseguir ser assidua e tenho conseguido treinar duas a três vezes por semana. Encaro a coisa como se fosse um compromisso inadiável,  uma daquelas reuniões a que não me apetece nada ir mas de que não me posso safar e no fim até se mostra proveitosa.

Estou que nem posso,  com as dores nas pernas. Doem-me músculos que desconhecia existirem em mim. Os glúteos latejam dia e noite. Uma tortura.
E estou em crer que no Verão ja estarei assim.




Pronto, assim assim talvez não.  Assim tal-e-qualinho só se nascer outra vez.... mas posso sonhar, ou não? !





L-O-V-E-I-T

Tenho uns botins que adoro. Giros, confortáveis,  cheirosos.
Acabo de ver a linha de Verão e acho que também vou ter.
Não são lindos?

É segredo? Então não me contes...

O meu lado negro do zodiaco.

" GÉMEOS tagarelam muito. E não conseguem guardar segredos. Se quiseres prejudicar alguém, basta contares alguma coisa sobre essa pessoa a um Gémeos e ele vai espalhá-lo, como se fosse uma revista cor-de-rosa.Os Gémeos são o tipo de pessoa que está ali na festa, a dançar, a saltar, e do nada fica quieto, sério, e vai embora… É o seu outro lado a entrar em acção. Gémeos é um signo duplo.

Dizem que Gémeos é falso. Não é. Apenas muda rápido de ideias.O homem do signo Gémeos tem sempre coisas para fazer, muitos amigos, muitas actividades e pode até ter duas namoradas, porque esqueceu-se de terminar com a outra. As mulheres do signo Gémeos são lindas, femininas e ágeis. Grande parte das modelos são Gémeos, talvez porque se adaptam facilmente à vida de modelo, que exige mil provas, mil viagens, mil dietas."

Confiram o vosso lado lunar AQUI.

Ó pá, tadinho do senhor!

Já muito se falou disto nas redes sociais e este post já vem tarde mas eu tenho estado aqui numa alternância entre a estupefacção e a pena.
Venceu a pena.
Tadinho do senhor, afinal parecia estar bem de cabeça mas já está todo queimadinho.

As maravilhas das massagens

Sou fã de massagens. Na cabeça.  Nos pés. Nas pernas. Nas costas. Por toda eu acima. Ou por toda eu abaixo, tanto me faz.
Nos dias em que estou com a neura nada como uma boa massagem para fazer dissipar a nuvem negra e me deixar mais bem disposta.
Mas para além dos beneficios mentais,  as massagens são um bálsamo para este corpinho, que já vai acusando a idade (credo). Ele é contracturas. Ele é tensão nervosa (que no meu caso se reune na zona do pescoço e ombros). Ele é pernas cansadas. 
Estou toda afanada, melhor dizendo. E com uma boa massagem a coisa melhora significativamente. Na verdade, enquanto sou massajada toda eu estalo. Mas no fim estou incomparavelmente mais leve e descontraída.

Ainda este fim de semana, no meio da neura e desespero causados pelo torneio de futebol de que já aqui falei e por forma a aguentar o segundo dia do dito sem hiperventilar e ter um fanico nervoso, entreguei-me nas mãos da minha Beta para uma massagem de costas (que ela assim de repente não tinha vaga para mais) que me deixou completamente zen, mais leve e bem disposta.

Não acreditam nos beneficios das massagens? Confiram AQUI.

Estou que nem posso!

Depois de um fim de semana de lides futebolísticas, com chuva como pano de fundo,  estou derreada!
Não joguei à bola, é verdade, mas parece que fui atropelada por um camião TIR.
E tenho sobre mim uma nuvem negra que é como quem diz estou com uma telha do caneco.

Não me ocorre nada !

Lá estive no torneio, na Murteira, localidade rural nos confins do concelho de Loures.  Choveu o tempo todo. A equipa da cria perdeu.A única coisa boa foi que a equipa com a qual ia ser disputado o segundo jogo faltou, o que nos permitiu ficar despachados a meio da manhã.
Mas como é sempre possivel ser pior do que à partida parecia, este torneio continua amanhã,  na mesma localidade rural, às 13h00, que é aliás uma belíssima hora pois não permite almoçar antes nem depois.
E como uma desgraça nunca vem só,  temos que ficar lá até ao fim para a entrega dos prémios, cerimónia de alto gabarito que começa às 17h00 se não houver atrasos,  o que também é pouco provável.
Estou aqui farta de puxar pela cabeça mas efectivamente não consigo equacionar melhor maneira de passar o meu merecido fim de semana... 

Isto de ser mãe é espectacular!

Sábado.  Chuva. Vento. 08 da manhã.
O que é que apetece fazer?
Exacto, vir para o campo acompanhar a cria nas suas lides futebolísticas. ..

Ah ah ah!

Entretenimento barato.

Ultimamente tenho procurado implementar o principio do não te enerves nem te ponhas a jeito de te enervar.
Como calcularão são inúmeras as possibilidades diárias de treinar este princípio,  atrevo-me mesmo a dizer que as mesmas estão a cada esquina.

Uma das maneiras de evitar pôr-me a jeito de me enervar é não levar o carro para o centro da cidade,  optando pelos transportes publicos (no caso,  pelo metro).
Foi o que fiz hoje. Rápido e sem stress. Sem filas de trânsito e sem dificuldade a estacionar.
E com direito a entretenimento pois apanhamos sempre conversas engraçadas, especialmente quando os passageiros falam ao telemóvel (maravilhas do mundo moderno, falar ao telemovel no metro,  dentro dos túneis), em tom de voz elevado (porque apesar das modernices o metro ainda faz barulho, e considerável) e esquecendo-se que estão outras pessoas na carruagem (que não são surdas).
Tudo por €1,40 cada viagem.

Parabéns Caçula!

Ontem o meu bebé fez 7 anos. 7 anos!  Ainda ontem nasceu, gordinho,  lindo e chorão.  Continua lindo e choramingas mas agora é um lingrinhas...

Muitos parabéns Martim, meu bebé lindo! Amo-te tudo.

Fácil de entender.

Li agora uma noticia que relatava a conclusão de que os portugueses usam muito mais medicamentos para a ansiedade e insónia do que os italianos, os noruegueses e os dinamarqueses.

Não percebo o espanto, qual é a dúvida? Este país está num estado tal que só com a moca é que uma pessoa não desespera...

Este miúdo sai-se com cada uma....

Esta manhã íamos no carro quando reparei que o Martim ia sem cinto.  Nesse preciso momento passámos por um polícia e eu disse ao meu filho: "olha, não tens cinto e está ali um policia, se ele vê vamos os dois para a esquadra".
Responde o Martim: "os polícias deviam ser como os árbitros...".
"Como os árbitros?", questionei espantada.
Ao que o Martim respondeu,  com um ar normalíssimo: "Sim, como os árbitros. Cegos.".

Lagarto de coração este meu filho, como é fácil de constatar.

E este nó na garganta...

Ouvi a noticia do desaparecimento de seis estudantes, engolidos pelo mar da Praia do Meco, à hora de almoço, naquele domingo de há dois meses atrás. Que tragédia, pensei. Sem mais.
Ao final da tarde desse mesmo dia, ao entrar no meu prédio, constatei que o rapaz já encontrado sem vida era o T., meu vizinho de prédio. Encontrei os pais a chegar a casa, a mãe em braços, uma dor lancinante no seu rosto. Fiquei desolada, acho até que quando tomei consciência desta realidade me fui abaixo nas canetas. E não consegui evitar as lágrimas que me inundaram os olhos. E a alma.

O T. era um míudo 5 estrelas, simpático, educado, boa onda. Era um miúdo. Giro. Alegre. Cheio de vida. Tinha 21 anos. Tinha acabado a licenciatura. Filho único da mãe. Era um miudo porra!
 
Estive todos os dias que se seguiram a pensar sistematicamente no T. e na sua mãe, a ver a cara dele, giro o miudo. Vi-o crescer. Vi-o na escada, no banco de jardim à porta do predio com os amigos, a sair para  o futebol, a chegar da faculdade, a despejar o lixo. Ao longo dos anos. Tantas vezes se metia com os meus filhos. Tantas vezes me meti com ele. Que merda esta que lhe havia de acontecer!

Estive todos os dias que se seguiram quase a rezar para não encontrar a mãe do T. na escada, só com medo de ver o sofrimento dela. Vi-a no velório. Um caco. Nem consigo descrever a tristeza e o desespero que vi nos olhos daquela mulher. Vi-a no dia em que fizeram a homenagem na praia. Uma dor que não se consegue explicar. Um nó na garganta que não se desfaz. Vejo-a ao longe de vez em quando e nem tenho coragem de me aproximar pois sei que nem o meu mais sentido abraço lhe vai dar algum consolo. Nada lhe vai dar consolo. Não há  consolo possível.

Passaram dois meses. As noticias sucedem-se. As não noticias também.  As especulações são muitas. As certezas são poucas, apenas uma é certa certa, a de que a vida destes miudos acabou precocemente e de forma trágica. 
Nestes dois meses não passa um dia, um único dia, em que não pense no T. ... Às vezes até dou por mim a imaginar que me cruzo com ele na escada e que tudo isto não passou de um sonho mau. Muitas vezes não consigo conter as lágrimas,  quando penso nele e na mãe,  quando vejo uma imagem na televisão ou uma foto num jornal. Ainda ontem vi uma foto dele em pequeno e toca de abrir a torneira...
Não é justo, isto. É mesmo uma grande merda e por mais voltas que dê à cabeça não consigo encontrar nenhuma lógica nisto. Só me leva a crer que o destino está traçado, para o bem e para o mal.

Quando a tragédia mora ao lado parece que é mais trágica. Quando a tragédia mora ao lado temos plena consciência de que um destes dias, do nada, nos pode entrar pela porta adentro,  sem bater, sem pedir licença,  invadindo a nossa casa e deixando-nos sem qualquer hipótese de lhe barrar a entrada.  E isso é assustador...

A verdade é que a minha unica relação com este miúdo era de pura vizinhança, pelo que até a mim me faz confusão esta tristeza que sinto, esta pena que tenho dele. E da mãe dele, que não me sai da cabeça. 
Acho que nunca me vou esquecer deste miúdo e desta tragédia. Acho que este nó na garganta veio para ficar.

Espero que descanses em paz Tiago. Eras um miudo top. Tinha que te dizer isto.

Que é como quem diz....

... "falam falam falam mas não os vejo a fazer nada".

Estou incrédula!

Hoje, logo ao acordar, apercebi-me que o som que pairava na rua era diferente. Vim à janela e vi. Esfreguei os olhos, várias vezes. Fui até lavar a cara, não fosse dar-se o caso de ainda estar a dormir e a sonhar. Mas não.  Era verdade. Não estava a chover e o sol brilhava.
Acreditam nisto?!

Como a cria mais velha vê os elementos da familia

Hoje encontrei na mochila da cria mais velha este papel.

Os items comsiderados foram idade, Cri (aquela coisa da inteligência,  disse ele, ou seja, QI), profissão e o que vás (era faz) em casa. Depois, para terminar, uma apreciação geral sobre cada um.

Vejam esta maravilha!

Gosto destes dias

Como posso eu descrever o meu sentimento por estes dias de chuva torrencial,  vento e frio... Por estes dias em que mal pomos um pé na rua quase levantamos voo (eu pelo menos quase levanto mas talvez seja por ser esbelta), em que o chapéu de chuva se vira em menos de um ai... Por estes dias em que os cabelos ficam frisados, em que somos brindados por banhocas simpáticas de condutores que no conforto dos seus veiculos se estão a cagar para os peões e passam a abrir.
Gosto destes dias. Quase tanto como de pisar cocó de cão com sapatos de sola irregular,  tipo ténis.

E é isto...

Vão abanar o c....amandro!

Epá,  eu até que sou adepta das terapias zen,  holisticas e alternativas.
Mas abanar uma criança desta maneira?! Tenham paciencia!!! O paizinho não vos deu nada para brincar? Não têm marido nem namorado, vizinho ou homem do gás que vos arranje algo para brincar? Vão à Internet senhoras, procurem sites, façam qualquer coisa... Mas não abanem as crianças desta maneira. E sobretudo não venham com conversas que é espectacular e uma maravilha para a saúde e desenvolvimento das pobres.

Será possivel?

Li agora uma noticia que, entre outros aspectos, referia que no dia 8 de Janeiro, a mãe de uma das jovens vitimas da tragédia no Meco esteve reunida com o director da Lusófona, que lhe apresentou um orçamento com o valor das propinas que faltava pagar em 2014. 
Fiquei estupefacta! Será isto verdade? Será que não há um mínimo de decência?  Será que a dita mãe,  a ser isto verdade,  não mandou o senhor director para a pata que o pôs?

Caro Pedro

Caro Pedro,

Sabes Pedro, aqui em Portugal estamos a passar tempos dificeis. Chamam-lhe crise. Vieram uns senhores a que chamam "senhores da troika" para ver se por cá se anda a gastar bem o dinheiro. Esses senhores impõem metas e restrições que o governo de cá tem que cumprir, percebes? E o governo, esse, anda-nos a lixar bem a vida! Parece que faz umas coisas que têm que ser feitas mas a que custo Pedro! A educação vai de mal a pior, a saúde está pela hora da morte, a justiça continua cega. E surda. E muda. 
Temos (aparentemente) praxes que acabam em tragédias.  Pessoas perdem os empregos todos os dias (apesar das estatisticas,  feitas sabe o teu vizinho com que criterio, dizerem que a taxa de desemprego está a baixar). Pessoas emigram todos os dias, por que cá não dá para pagar contas. Temos uma carga fiscal cada vez mais cega e insuportável.  O Eusebio quinou. O Pedro Teixeira e a Cláudia Vieira separaram-se. As universidades públicas têm alunos matriculados ha mais de 20 anos, com os contribuintes a custear a brincadeira.  Enfim, estamos na merda.

E tu Pedro, brindas-nos com esta chuva há mais de 2 meses! Francamente... Não sei se esta chuva são lahrimas tuas, que solidariamente choras connosco, ou se é resultado de teres deixado o torneira aberta.
Se é porque choras, peco-te que te controles porque para deprimidos bastamos nós. Sugiro, por isso, que tomes um ansiolitico e permito-me sugerir tambem que, caso aí as coisas funcionem como aqui, marques a consulta com o medico no privado sob pena de quamdo conseguires a consulta no público ja estares com uma depressão profunda.
Se é pela segunda razão apontada, agradeço que feches a puta da torneira (e acho que a Sunsun Cristas subscreve). Agradecida.

Deixa lá ver se percebi...

Deixa ver se percebi: um jovem que sofreu um acidente de viação sábado, em Chaves, que ficou inconsciente e em estado grave, teve de fazer 400 quilómetros de ambulância para ser visto por uma equipa de neurocirurgia, dado não haver vagas nos hospitais próximos.

Deixa ver se percebi: no hospital de Chaves não havia a especialidade de neurocirurgia e nos hospitais mais proximos - Porto, Gaia, Matosinhos e Braga - não havia vagas. Parece que em Coimbra também não o quiseram.

Deixa ver se percebi: na ausência de vagas nos hospitais do Norte o rapaz, em estado grave, viajou 400 km de ambulância até Torres Novas (porque o helicóptero não tinha condições de segurança para levantar voo), durante mais de 4 horas e depois de ter estado 3 horas à espera em Chaves.

Deixa ver se percebi: depois dessa viagem - em que tinha tido tempo para ir até ao outro lado do mundo - esteve ainda por bastante tempo à espera do helicóptero que o havia de levar até Lisboa, onde deu entrada o Hospital de Santa Maria.

Deixa ver se percebi: isto não aconteceu num canto recôndito do mundo mas sim num país da União Europeia, no ano de 2014.

Não,  não percebo!





Grande Mike!

Ontem foi dia de concerto. Michael Bublé no Meo Arena.
Grande concerto,  grandes músicas, grande voz! O Michael, alem de ter uma voz fabulosa, é o verdadeiro artista. Simpático.  Divertido. Boa onda.

Amei!

Deixo-vos com  esta música,  linda.

Cá em casa é igual!

Li agora este artigo da Ines Teotónio Pereira, uma jornalista que tem o dom de escrever aquilo se diariamente se passa em minha casa. Pelos vistos passa-se tambem nas outras casas. Ufa, afinal não sou eu que sou uma pessima mãe.

Se quiserem fazer o teste, leiam as cronicas e o livro A Um Metro do Chão. 

Das coisas boas que fazemos na vida.

Às vezes fazemos boas escolhas, opções acertadas, mas não paramos para reconhecer, perante nós mesmos, que assim foi, para colher os louros das boas decisões.

E uma das boas opções que tomei na vida foi a de ter dois filhos com uma relativamente curta diferença de idades.
Dois anos separam os meus filhos.
Não nego que nos primeiros tempos foi cansativo, em determinados dias desesperante até,  pois encaixar dois bebés numa vida profissional intensa não é pêra doce. Acordar 20 vezes por noite porque um comia de 2 em 2 horas, queria água,  leite, xixi, e nos intervalos o outro tinha pesadelos, não é o ideal de noite de ninguém.

Tive a sorte de ter um marido com o sono mais leve do que eu, e menos preguiçoso do que eu, e que, consequentemente,  se levantava mais vezes de noite do que eu para ir acudir às necessidades do quarto ao lado (confesso que muitas vezes não ouvia as chamadas nem os choros e outras tantas ouvia mas ficava quieta à espera que "alguém" se antecipasse a mim no dificil acto de levantar o corpinho da caminha quentinha a meio da noite e ir aquecer leite, ou buscar água,  ou segurar a criança na sanita).

Tive a sorte de ter uma tia que tomou conta de cada um deles até terem completado um ano e meio de vida, o que me permitiu estar completamente descansada durante o dia de trabalho, que muitas vezes ia até tarde, e não ter aqueles anseios e stresses que via e vejo em muitas mães de crianças pequenas.

Tive a sorte de ter uma sogra fantástica e com disponibilidade para me quebrar os galhos (tipo ir buscá - los muitas vezes ao infantário) e para ficar com eles muitas vezes, para eu apanhar ar, sair para jantar ou simplesmente ficar esparramada no sofá.

Tive a sorte de ter uns pais que sempre adoraram ficar com os netos, pelo que tambem os despachava para lá de quando em vez, e ficávamos todos felizes e contentes.

Tive a sorte de ter dois meninos fantasticos, que nunca fizeram grandes birras, que sempre foram relativamente autonomos e despachados (embora tambem seja verdade que não tiveram grandes abébias, pois andavam sempre a toque-de-caixa, que isto de serem dois desincentiva automaticamente as mães de fazerem tudo aos meninos).

E agora tenho a sorte de ter dois meninos que se adoram e são verdadeiros compinchas de brincadeira, pois na verdade têm quase a mesma idade! E que se dão lindamente com os amigos um do outro, nomeadamente o mais novo com os amigos do mais velho, que lhe acham imensa piada e estabelecem com ele uma relação engraçada.

Hoje, por exemplo, um amigo do Gonçalo veio dormir cá a casa. Despachados os banhos enfiaram-se no quarto a brincar (traduzindo, a jogar play station). Pararam para jantar e voltaram para o quarto. Estão lá há mais de duas horas, os três,  a jogar em torneio e a falar e a rir. Com igual cumplicidade entre os três. Em perfeita hamonia. Não vieram à sala uma unica vez, só ouvimos as conversas e os risos.
Um mimo!


Para quando a parceria do Continente com uma optica de prestígio?

É que por lá anda tudo míope.  Ou então anda tudo a dormir.

Isto foi encomendado...

Desconfio sempre dos estudos que se debruçam sobre coisas a meu ver difíceis de medir e impossíveis de fazer depender directamente do factor A ou B.
No caso deste estudo, porém,  calculo que tenha sido encomendado pelo Governo,  numa derradeira esperanca de, em ano pre-eleitoral, convencer os pacóvios que têm que agradecer os ordenados miseráveis que se praticam  no país.
Depois da oportunidade do desemprego, as maravilhas dos salarios baixos.
E o estado de sem-abrigo? Nem vos conto! É bilhete de acesso directo ao nirvana...

Estou a treinar, arduamente...

... ainda só consegui a parte final (com enorme facilidade, até)  mas com o tempo chego lá!

Agora é que é!

Voltei hoje ao exercício fisico.
Para os mais distraidos (cuja lista humildemente encabeço) um dos objectivos que pretendo concretizar neste ano de 2014 é praticar mais exercicio. Na verdade, e já que falo nisso, este é um objectivo com alguns anos de existência na minha vida mas nem por isso mais concretizado... o pobre é sempre vencido pela preguiça,  pelas tarefas profissionais, pelas incumbências familiares, enfim, por tudo.
Mas este ano estou determinada. Comecei hoje, à hora de almoço,  com uma sessao de PT. Já comprei mais sessões,  para me obrigar a trabalhar para o objectivo.

Plano de acção: treino PT uma vez por semana, ginasio duas vezes por semana. Cada vez que falhar fico uma semana sem comer doces. Esta parte é a brincar, claro!

A minha promessa para os meus filhos.

É mesmo isto.

Verdade do dia

Primeiro livro do ano

Em cumprimento de um dos objectivos que tracei para este ano de 2014,  retomei a leitura. Comecei por um livro que foi oferecido à minha cria mais velha por altura do Natal e escrito por John Grisham, um escritor que aprecio bastante e que escreveu, entre outros livros (que não li), O Poder da Justiça,  A Firma, O Cliente, O Testamento e o Dossier Pelicano.
Um livro leve, nao fosse ele escrito para adolescentes, mas engraçado e, como todos os que li deste autor (acima referidos), bastante entusiasmante.
Bom principio. Agora vou continuar, nu, registo completamente diferente. Depois conto.